sábado, 24 de junho de 2017

NASCER DE NOVO, EM QUE SENTIDO?!



“... Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo

Tornar-se uma nova criatura deve ser a experiência mais importante da vida depois do nascimento. No nascimento ganhamos um nome, uma identidade com digitais únicas e invioláveis. Nos tornamos uma nova criatura quando experimentamos a vida de Cristo. Uma experiencia pessoal e intransferível ganhamos uma  identidade  única e inviolável.   
A pessoa se torna uma nova criatura, em que sentido? Uma mudança interior que resgatará o relacionamento pessoal com Deus rompido no Jardim do Éden. Por consequência essa transformação interior produzirá mudanças exteriores no trato com as pessoas e na  prática de boas obras, repercutindo mudanças de padrões espirituais, éticos e morais.
Essas transformações se tornam evidentes em áreas como:
1-    Não vive mais para si mesmo.
“... Ele (Jesus) morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas por aquele que por eles morreu e ressuscitou”( 2 Co 5:15).
O valor da nova vida  passa ter uma dimensão compartilhada. Jesus Cristo é a referencia, deixou de viver para si mesmo  para que outros tivessem vida, nEle. Não se trata de anular a individualidade, mas não se deixar levar pela velha natureza, que é egoísta, desprovida de um amor doador. 

2-  Uma confissão de fé que submete a soberana vontade de Deus.
“... Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino de Deus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos Céus” ( Mateus 7:21)
A confissão da fé deve ser provida  de uma convicção clara  de que Deus agirá na vida do novo ser em Cristo de forma soberana. Na prática deixar uma religiosidade inócua, de obras mortas, viver uma fé firmada em Cristo Jesus. O apóstolo Paulo viveu intensamente uma vida submetida ao senhorio de Jesus Cristo: “ para mim o viver é Cristo”. Uma confissão de fé que submete a soberana vontade de Deus. 

3-   Abandona práticas  Intoleráveis com a nova vida em Cristo.  
Em que sentido?

. A maneira como lidamos com o dinheiro e nos negócios.   
Dois modelos de sistema financeiro  operando no mundo: o sistema  corrompido do mundo sobre a influência de Mamom; o sistema bíblico, que tem como fundamento básico: dar a Deus o que é de Deus, e  aos governos, os impostos que lhes pertencem. A seriedade no trato  nos negócios: “... Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas....” ( 1 Ts.4:6). A natureza carnal, consumista e materialista é uma prática da velha natureza.

. Os conflitos conjugais são resolvidos, pela tolerância, pelo amor, pelo perdão incondicional,  jamais  pelo rompimento.   
 A vida de Cristo produz soluções e não rompimento. O sistema do mundo tem banalizado o casamento. A Bíblia é enfática, em afirmar: “...Portanto, cuidai de vós mesmos, e ninguém seja infiel com a mulher da sua mocidade. Porque o Senhor, Deus de Israel, diz que odeia o divórcio...” ( Mal. 2:15b – 16). É fato que  as escolhas  inconsequentes  dos parceiros,  a imaturidade e o despreparo, são alguns  motivos que causam conflitos e levam ao divórcio. O padrão de Deus segue um princípio universal, que define: o casamento é um ato sóbrio, voluntarioso, onde se propõem - amar, respeitar, cuidar, enquanto a vida existir. 

. Abandonar  práticas sexuais ilícitas.
Você crê que  “ o tudo se fez novo” inclui  o abandono de práticas e padrões que o mundo pratica?  A prática sexual deve se manter  no padrão bíblico. Deus criou o sexo para ser praticada numa relação intima e duradoura, para procriação da espécie e do cultivo do amor de uma só carne. Os efeitos de uma prática liberal sexual tem demonstrado conequências desvastadoras, emocionais e sociais.

Para a sua reflexão:
"...eis que tudo se fez novo", é um estilo de vida que só começa com o novo nascimento. Renascer para uma nova  vida nos conduz a novos desafios que o mundo não conhece e não pode proporcionar. Como  cristão você entende que somos agentes de transformação e que  o mundo precisa ver, em cada um de  nós,  estas marcas  do “ eis que tudo se fez novo”.
Você tem pago esse preço? Pense nisso!


Por amor a Cristo!


































Por amor a Cristo!