quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

 

O chamado é de Deus, a Capacitação é  Minha Responsabilidade 


“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens.” – Colossenses 3:23

Entenda Quando o Chamado é Ordinário e Quando é  Extraordinário

Todos nós já nascemos com vocação e  talentos a desenvolver (Sl.139). O servir com excelência não é fazer muito, é fazer com o coração certo, da maneira certa e no tempo certo. Deus sempre nos prepara no ordinário como trampolim para servir no extraordinário. Tudo e d'Ele e para Ele  (cf.I Co 3:20-23). 

 Para atividades específicas Deus chama  pessoas e capacita, em outras, capacita primeiro  e depois  Chama. Alguns exemplos: Neemias era copeiro do rei,  não  tinha experiência de construção Deus o chama e o capacita.  Bezalel era habilidoso como artesão de finas joias. Deus o chama  para liderar a  construção da Arca da Aliança e outras atividades de artes. Daniel passou pela escola da  disciplina, da ética e da integridade, antes de ocupar posição de governo. Ester foi preparada no anonimato antes de ser aclamada rainha. Moisés passou anos no deserto aprendendo a cuidar de ovelhas antes de ser chamado  a conduzir uma nação.

Todos eles receberam um chamado específico, mas antes disso já estavam sendo preparados  no ordinário,  em suas atividades cotidianas.

Deus não unge Negligência - Unge Pessoas Simples que Tenham um Coração Ensinável.

O negligente continuará negligente - e perde oportunidades;  nunca  experimentará o extraordinário de Deus.  Ser fiel no que fazemos “no mundo”  - isso é  ordinário;  servirá como preparação para servir no Reino em algo maior e mais significativo. O chamado começa no caráter, na ética, não no cargo; no posicionamento, não na força da carne. 

Deus capacita e chama, Deus chama e capacita 

A vocação é uma prerrogativa vem da  unção de Deus. A unção nos habilita a cumprir o propósito d'Ele. Quando Saul desobedeceu, Deus retirou Sua presença e Seu favor sobre ele; ele continuou no trono por um tempo, mas já havia perdido a autoridade espiritual - deixou de transitar no extraordinário de Deus.

Deus não procura os mais espertos -  Ele prepara os  mansos, fiéis e disponíveis. Quando Ele chama, Ele capacita com unção - mesmo para uma missão ordinária ( exemplo Bezalel). E quando capacita, é porque já viu fidelidade no secreto. A excelência atrai responsabilidade.  A fidelidade gera confiança.

O método de Deus não mudou para hoje

Deus continua chamando para ser fiel  no ordinário 'fiel no pouco'.  Deus vê Quem serve sem plateia. Quem entende que servir  é ministério, não função. O Reino continua sendo construído por servos comprometidos, não por especialistas desprovidos de unção.

Reflexão Diaconal para Hoje 

Seja no ordinário ou seja no extraordinário estamos servindo a Deus. Ou servimos com excelência como sendo para Deus ou simplesmente cumprindo rotina. Ou servimos com coração ou apenas por  obrigação. 
Estamos sendo fiéis no que fazemos no ordinário e no extraordinário? O serviço do lider não começa no púlpito  nem na escala -  começa no caráter diário e no secreto.
Deus  precisa de servos e servas cuja vida aprovada com  excelência independente do que faz.

Dc Arão C Salgado
Pós Graduado em Liderança Cristã




Intercessão:

. Palestras para Homens. 

.Tema:  Homens Posicionados ao Chamado de Deus.

. 26.2.26 - Igreja Presbiteriana do Brasil ( 19:30)

. Lucas do Rio Verde MT

. Dc. Arão C Salgado

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

CHECK-UP DA ALMA

 

Aceitarei  o que a Bíblia diz quando ela  me Ensinar e me Corrigir?


“Pois tudo quanto outrora foi escrito no passado, foi escrito para nossa instrução, para que tenhamos esperança por meio da perseverança e do ânimo que provêm das Escrituras". Romanos 15:4


A Bíblia: Fonte de Correção e Ensino

Tudo o que está escrito na Bíblia tem propósito formativo e de conduta. A EscrituraEnsina; Ajusta; Sustenta; Conduz à esperança; consola; corrige (cf.2 Tm 3:16).

O Check-up é: quando esse ensino confronta minhas atitudes, eu aceito naturalmente?

Consciência:  Tenho Aceito a  Bíblia Quando ela  me Ensina e me Corrige?

Se creio que a Bíblia  foi escrita para o meu  ensino e correção, então sua função é me moldar. A questão é: quando ela me ensina e me confronta, eu aceito de boa?

Minha consciência reage de forma negativa quando: defendo meu erro; tento adaptar o texto à minha vontade; Ou positivamente: quando permito que a Palavra me alinhe em todo tempo em qualquer situação. Uma consciência madura entende que correção não é rejeição - é cuidado. Quando rejeito a correção, perco crescimento; quando aceito, avanço em frutificação.

Minhas Necessidades de ensino e  Correção para hoje 

Para aceitar a correção bíblica, preciso: Humildade para reconhecer falhas; paciência no processo de mudança; 
confiança de que Deus corrige para amadurecer a minha consciência; perseverança para não desistir diante do confronto.  Romanos 15:4 liga ensino à esperança.
A correção não me diminui — ela me prepara.

Mudanças Que Exigem Novas  Atitudes

Se eu entendo que  a Palavra me ensina, eu devo:
Rever atitudes endurecidas; ajustar comportamentos negativos  repetitivos; abandonar justificativas; praticar o que a Bíblia me ensina diariamente. Não bastar ouvir o ensino  - 
é preciso permitir que ele transforme.

Eu e o Outro

Quando aceito o ensino e a correção da Palavra: Sou mais paciente com o outro; menos impositivo; mais sensível às fraquezas do outro. Quem é tratado pela Escritura trata os outros com graça.

Check-up: “Aceitarei o ensino e a correção da Palavra, mesmo quando o confronto encontrar resistência no coração".

Arão e Elzi Salgado

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

REFLEXÃO DIACONAL

Transição de Liderança: Quando a Omissão Gera Crise de Poder. 

Texto base: 1 Reis 1

“Ora, Adonias, filho de Hagite, se exaltou, dizendo: Eu reinarei…” (1 Rs 1:7

Entendendo o Contexto  - Sucessão do rei  Davi 

A transição  do rei Davi  registrada em 1 Reis 1 não começa com paz, mas com silêncio, omissão, atraso e disputa de poder.  Davi, um rei segundo o coração de Deus, agora se encontra envelhecido, fragilizado e reticente em iniciar o processo de sucessão.

O versículo 7 revela algo grave num processo de sucessão:  Adonias ( filho mais  velho) ganha apoio interno, inclusive de Joabe, comandante do exército, e de Abiatar, o sacerdote. Por ser o mais velho não lhe dava o direito de reivindicar a sucessão. Isso mostra que quando a liderança se omite, a crise encontra espaço para se instalar.

Lembrando que,  Davi já havia vivido uma experiência traumática com Absalão, seu filho rebelde.
Essa dor passada parece ter produzido paralisia na sua tão elogiável liderança como Rei.

Chega a velhice, agora, oportunidade  de colocar toda sua experiência: Retarda a sucessão. Não comunica claramente.
Não protege o futuro do reino. Abre espaço para aventuras pessoais dentro da própria casa.

 O problema não foi apenas Adonias desejar o trono.  O problema central foi a omissão de Davi em conduzir a transição no tempo certo, o que gerou crise institucional e espiritual. Um princípio básicoToda transição de liderança mal conduzida, por omissão ou tendenciosa,  tende a gerar crise interna. Uma transição saudávelNão é precipitada;
Nem excessivamente adiada. É clara, responsável, institucional e espiritualmente discernida.

Dez Indicações de que a Omissão Está Gerando Crise na Sucessão:

1. Enfraquecimento físico, mental e emocional do líder.
Quando a liderança perde lucidez e ainda assim não delega, a crise se aproxima.

2. Desordem no ambiente familiar
A casa desorganizada denuncia a fragilidade do governo.

3. Competição dentro da liderança.
Onde há omissão, surgem disputas.

4. Perda da confiança de pessoas-chave.
Joabe e Abiatar não traem o processo — eles abandonam um processo inexistente.

5. Êxodo silencioso.
Pessoas passam a seguir quem parece ter direção.

6. Histórico espiritual. moral e ético comprometidos.
Questões  de queda enfraquecem decisões futuras.

7. Silêncio nos momentos críticos.
A omissão se encarrega em substituir a liderança.

8. Desconsideração da voz profética,  mentoria ou discipulado. 
Natã só foi ouvido quando a crise já estava instalada.

9. Decisões pocrastinadas  decididas para o momento de fragilidade.
A omissão hoje gera injustiça amanhã.

10.  Quando pressões substituem princípios. 
Quem grita mais alto governa quando não há regras claras.

O que conta é o fim da jornada

Davi reinou cerca de 40 anos, unificou Israel e estabeleceu Jerusalém como capital. Sua sucessão, porém, foi marcada porAmbiguidade; Conflitos graves familiares; decidiu sobre pressão. Somente com a intervenção de Bate-Seba e Natã, Salomão é entronizado, evitando uma guerra civil.

As Consequências da Omissão:
Crise de legitimidade. Divisão interna.  Perda de autoridade espiritual.  Feridas institucionais profundas. A omissão não preserva a unidade — ela prepara a crise.

Líderes que se Entronizam na Liderança - Todo líder precisa lembrar:
Nenhuma liderança é insubstituível; A autoridade é dada  ao lider, não o tronoesse pertence à missão.
Quem se omite na transição, cai de forma traumática.
Quem prepara sucessão, encerra seu ciclo em honra.

Reflexão Diaconal para hoje 

Como diáconosSomos guardiões da ordem; Facilitadores da paz; Protetores da missão; Vozes de equilíbrio nos processos. 
O diácono não  é  chamado para disputar trono, mas para impedir que a omissão gere crise no Reino.

Transições mal conduzidas não são apenas falhas administrativas - são falhas espirituais por omissão.

Que Deus nos conceda: Lucidez para liderar.  Humildade para sair. Sabedoria para preparar o futuro. 
Liderar bem também é saber quando a omissão precisa dar lugar à responsabilidade.

Dc Arão C Salgado
Pós Graduado em Liderança Cristã.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

CHECK-UP DA ALMA

 

 Viver Além de Mim 

"Porque também Cristo não agradou a si mesmo..." Romanos 15:3

Cristo sendo minha Referência...

Cristo é a referência de padrão perfeito. A vida cristã não começa em nós, começa n'Ele. Não é sustentada por nossa força, mas pela graça d'Ele.

O check-up de hoje pergunta: Meu padrão de vida cristã  gira em torno de mim ou alcança quem está ao meu lado?

Minha consciência  Me Chama a  Viver Além de Mim

Isso é preciso ir além dos meus  interesses, além das minhas vontades, além do meu conforto - para refletir Cristo em tudo e servir ao outro com amor. Viver além de mim é entender que a  fé cristã não é egoísta. Romanos nos ensina que posso estar certo na doutrina e  equivocado na prática cristã.

Ser uma pessoa  convicta  da doutrina não me autoriza a ferir. Ter liberdade não me autoriza a desprezar o outro. A maturidade espiritual aparece quando eu filtro minhas atitudes pelo amor de Cristo em mim. Não se trata  provar que estou certo. É sobre preservar a unidade do corpo.

Minhas Necessidades para  Viver uma Fé Frutífera 

Para viver além de mim, preciso desenvolver:
Sensibilidade espiritual -  perceber o impacto das minhas atitudes.
Amor prático -  colocar pessoas acima de preferências.
Consciência comunitária - entender que minha fé influencia o ambiente.
Uma fé frutífera não divide, Ela fortalece.
Uma fé madura não pesa, Ela sustenta.

Mudanças Práticas para uma vida além de mim.

Viver além de mim exige trocar o egoísmo pelo serviço, a opinião rígida pela graça, o julgamento pela misericórdia e a indiferença pelo cuidado intencional. É decidir diariamente perguntar: 'Isso glorifica a Cristo e edifica o outro? E ajustar minhas atitudes para que minha vida seja bênção, não peso, para quem caminha comigo.

Eu e o Outro 

Se Cristo não agradou a si mesmo. Se Cristo viveu além de si, eu também sou chamado  a  viver além de mim. O desejo  começa no coração, mas se concretiza  na prática  quando eu escolho  dividir a vida com o outro.

O check-up de hoje propõe -   viver além de mim é carregar a consciência de que: minha vida não resume apenas sobre mim. É sobre o Reino. É sobre o outro. É sobre refletir Cristo
.

Arão e Elzi Salgado

REFLEXÃO DIACONAL

 

O Líder que Perde o Foco da Missão

Textos-base I Samuel  26-31

(LIDER SAUL) - "Então disse Saul aos seus servos: Buscai-me uma mulher que tenha o espírito de necromancia, para que vá a ela e a consulte" I Sm 28:7.
(LÍDER DAVI) - " Então Davi se levantou e passou para 
Áquis. filho de Maoque, rei de Gate, com os seiscentos soldados que estavam com ele" I Sm 27:2

Saul e Davi - Perderam o foco em situações diferentes. 

Saul, o primeiro rei de Israel, começou bem e tinha tudo para dar certo. Ungido, escolhido e capacitado por Deus, terminou mal porque perdeu o foco da missão e passou a proteger sua própria posição. 

Ao comparar-se com Davi e sentir-se inferior, alimentou insegurança e foi  perdendo prestígio. O Líder que deveria governar a nação desviou-se da missão e tornou-se perseguidor de um de seus fiéis colaboradores. Resultado: isolamento como rei e  comandante, com tomadas de  decisões precipitadas, e,  por fim,  colheu um fim trágico.  

Davi, por sua vez, não perdeu o chamado - tomado pelo medo de morrer  passou a ser  fugitivo  aos  poucos  foi perdendo o foco.

Cansado de fugir, Davi faz alianças perigosas entre os filisteus. Em meio a  uma  crise de identidade, foi rejeitado também pelos chefes militares  filisteus.  Retornando para Ziclague a cidade havia sido saqueada e levado sua família e de seus companheiros. 

Nessas horas se revela o caráter  do líder: 
Davi foi  buscar  forças  no Senhor seu Deus.  Saul insistiu fora do foco, humilhado e morto com seus três filhos. 
Davi voltou ao foco e reconstituiu sua missão.

A maior lição que aprendemos com Saul e Davi é clara: o fim não justifica os meios, e o líder nunca cai sozinho - sua queda alcança a familia e pessoas da sua equipe. 

líderes  espirituais de hoje - também enfrentam.

Assim como aconteceu com Saul e Davi, líderes de hoje também correm o risco de perder o foco da missão quando permitem que a comparação o cansaço impertinente, a pressão externa e o medo de perder espaço ocupem o lugar do propósito. Quando a posição se torna mais importante que a missão, decisões passam a ser guiadas pela insegurança, e não pela direção de Deus.

Quando o foco sai da missão e vai para o ego, qualquer atitude ou  aliança parece justificável. Quando o coração está cansado, qualquer abrigo parece seguro.


Reflexão Diaconal - para todos os níveis de liderança.


Em todos os níveis de liderança de presidente  à função mais simples em uma Igreja ou Organização  - nossa maior responsabilidade não é defender espaço, mas preservar a missão. O diácono, o líder de ministério, seja qualquer nivel for na estrutura organizacional  - precisam constantemente se perguntar: Estou protegendo minha posição ou servindo ao propósito de Deus? 

"Quem permanece com os olhos na missão se preserva; mas quem se ocupa  em comparar seus  resultados com os dos  outros acaba  se desviando da função e, muitas vezes, não termina bem".

Dc Arão C Salgado
Pós Graduado em Liderança Cristã


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

CHECK-UP DA ALMA

 

Minha Fé  é Apoiadora  ou Opressora?

" Nós, que somos fortes, temos o dever de suportar as fraquezas dos fracos, em vez de agradar a nós mesmos"
Romanos  15:1 

Entendendo a Função da Fé Cristã 

A fé cristã vai além de uma  fé pessoal - ela sempre está em conexão de outros.  A fé tanto edifica quanto sobrecarrega, cura ou fere, aproxima ou afasta.

O Check-up da Alma hoje nos convida a uma pergunta honesta: a minha fé tem sido apoio ou peso para quem caminha comigo?

Consciência de uma Fé Responsável e conectada

A fé conectada  entende que crença sem amor se torna opressão. Paulo ensina que nem tudo o que é lícito convém, especialmente quando o outro é afetado.
Uma fé responsável discerne quando falar, como agir e até quando abrir mão de direitos para não ferir consciências.
Fé sem discernimento gera escândalo; fé com amor gera edificação.

Tenho Necessidade de Fortalecer Minha Fé?

Uma fé fraca exige que os outros se adaptem a ela.
Uma fé forte se adapta para servir.
Fortalecer a não é aumentar regras, é aprofundar relacionamento com Deus. Quanto mais firmes estamos em Cristo, menos precisamos provar algo para alguém.
fortalecida descansa na aprovação de Deus, não no julgamento dos homens.

Quais Mudanças Preciso para Ter uma Fé Forte?

Uma fé forteTroca julgamento por acolhimento. Troca imposição por exemplo. Troca orgulho espiritual por humildade em servir.  O cristão entende que crescimento espiritual não acontece pela opressão, mas pelo amor paciente e serviçal.

Eu e o Outro

A minha fé não depende da fé  do outro para existir, mas depende para doar e receber espiritualmente. O outro não é meu termômetro espiritual, é o campo de semeadura da graça. Se a minha fé me afasta das pessoas, o amor  não está funcionando. Jesus atraía pecadores, fortalecia fracos e confrontava com amor.
A fé que vem de Cristo sustenta ombros cansados, não os sobrecarrega.

Chek- up: Uma fé forte não pesa nos outros, ela sustenta. Fé sem amor oprime; fé com amor edifica.
A maturidade espiritual se mede pela capacidade de cuidar do outro.

Arão e Elzi Salgado

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

REFLEXÃO DIACONAL

 

 A Lealdade que Confronta e Salva o Líder

Texto base: 2 Samuel 12

“Então o Senhor enviou Natã a Davi.” (2 Sm 12:1a)

Entendendo o Contexto:

Este versículo revela um princípio essencial da liderança bíblica: Deus ama tanto Seus líderes que não os deixa sem confrontação. Natã é enviado por Deus não para destruir Davi, mas para resgatá-lo. Sua atitude revela que a verdadeira lealdade não é silêncio, é compromisso com a verdade e com a restauração.

Amigo do Lider para momentos difíceis

Natã era amigo do rei, mas antes disso era servo de Deus.
Confrontar não é condenar; confrontar é trazer à consciência aquilo que o líder deixou de enxergar.
O amor genuíno não passa a mão no erro, nem expõe publicamente; ele corrige com sabedoria e temor.

O líder que não se vê

Davi, um homem segundo o coração de Deus, estava espiritualmente anestesiado. O pecado não tratado afeta a visão, endurece a consciência e distorce o juízo.
Todo líder, por mais experiente que seja, corre o risco de não se perceber quando não permite ser confrontado.

O  verdadeiro amigo confronta, sem se deixar contaminar

Natã não se contaminou com o ambiente do palácio nem se intimidou com o trono. Ele escolheu a fidelidade a Deus acima da conveniência pessoal.
Amigos leais não protegem cargos, protegem destinos.
Eles falam a verdade mesmo quando ela custa.

Reflexão Diaconal para Hoje

Na igreja de hoje, líderes adoecem quando não são confrontadose ministérios enfraquecem quando a lealdade é confundida com omissão.

Precisamos de líderes ensináveis  que sirvam com discernimento, coragem e amor à verdade.
A verdadeira lealdade não preserva a imagem do líder; preserva sua consciência diante de Deus.

Dc Arão C Salgado
Pós Graduado em Liderança Cristã