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sexta-feira, 18 de outubro de 2024

LIDERANÇA - QUE BUSCA PARA SI A PRIMAZIA




PERFIS DE LIDERANÇA (Fg. extraída)

" Tenho escrito à Igreja; mas Deótrefes, que procura ter a primazia entre eles, não nos dá acolhida " 3 João 19  - ARA

     Liderar é uma característica natural e inerente  do ser humano. Há vários perfis de liderança, exemplos: Autocrático, Democrático, Servidor, Transformacional, Visionário, Carismático, Situacional e outros. Todos os perfis apresentam características de pontos fortes e pontos fracos. 

   Importante ressaltar, seja uma Igreja, uma Instituição Paraecleásticas, ou outros ramos  sejam privados e públicos, selecionar e treinar bem a equipe é o primeiro passo para o sucesso de qualquer organização.

    O Apóstolo João teve que lidar com um líder com um perfil de liderança extremamente controlador, que estava causando divisão e primazia na Igreja. Esse líder se chamava Diótrefes.  A carta  não  menciona qual igreja esse líder pertencia. O que pude colher de informações que esse líder buscava para si a primazia, tendo o controle da Igreja,  a ponto de recusar qualquer intervenção externa e interna, mesmo vindo da parte do Apóstolo João. 

    Tipo de perfil de liderança que não contribui para o coletivo, de pouca entrega, disfuncional, não se trata de um caso isolado. Há muitos líderes com o perfil de Deótrefes. Sentem-se donos absolutos das funções que ocupam, se ameaçados tiram do caminho seus concorrentes. Distinguir  esse perfil de líder não é difícil, o desafio é como lidar com pessoas que possuem esses perfis de liderança. Algumas características encontradas nos perfis desses lideres:

. Líder que  possui uma necessidade de estar no comando a todo custo

"O caminho do insensato parece-lhe justo, mas o sábio ouve os conselhos" Pv 12:15

. Esse perfil de líder costuma tomar decisões monocráticas. Não consulta a sua equipe, impõe sujeição  em suas decisões. Por vezes, decisão ambíguas sem muita clareza. Exerce controle rígido e centralizador. 

. Outra característica desse perfil recusa até as últimas consequências dividir funções e formar uma equipe. Sente-se rejeitado quando o mérito vai para o outro e não para si. Um comportamento do tipo rei Saul, capaz de tudo para tirar o outro do seu caminho.

. Tem uma postura de um crítico contumaz. Nunca elogia algo que saiu bom, sempre encontra motivo para criticar o trabalho do outro. Quando sua liderança está ameaçada  usa como recursos a calúnia, a difamação sem nenhum escrúpulo. 

. Recusa ser mentoriado, segue o seu instinto de autoindependência; julga as pessoas inconfiáveis, preferindo  se apoiar exclusivamente em si mesma. Citamos o perfil do rei Saul, há outro personagem bíblico com um perfil com requinte de muita fome de poder, o faraó do Egito: coração endurecido, um opressor, impôs pesado jugo aos trabalhadores que não comungavam de suas crenças; confrontou o próprio Deus até as últimas consequências.

Líder elogiado pelo bom testemunho dos de  dentro e dos de fora

. " Amados, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz bem é de Deus, mas quem faz mal não tem visto a Deus" 3 Jo 11.  'Todos dão testemunho de Demétrio, até a mesma verdade; e também nós testemunhamos; e vós bem sabeis quo e o nosso testemunho é verdadeiro" 3 Jo 12. 

    Na mesma Igreja o apóstolo João encontrou dois lideres com perfis diferentes. A um com palavras de reprovação, ao outro com palavras de elogios.  O que diferencia o lider Diotréfes de Demétrio? O primeiro com um perfil dominador, autoritário, que trazia para si todos os méritos. O segundo o Apóstolo elogiou suas virtudes de um bom testemunho, sua postura de uma fé firmada na verdade, um amigo e conselheiro em sua comunidade cristã, que valorizava a equipe; com isso,  granjeou a simpatia e o respeito de todos, e do próprio Apóstolo. Dá pra vê a diferença dos dois  perfis e os resultados que colheram?

    A lição que essa pequena terceira carta de João  nos trás que,  o mal não sobrepõe ao bem. É certo que Deus jamais estará do lado dos que maldosamente persistem em manter a qualquer custo o seu posto de liderança.  

     A ênfase dessa carta é universal, para todos os tempos  e para todas as Igrejas do Senhor Jesus, que é: Exemplo de Vida; Andar na Verdade; Ser Modelo de Vida para os que estão iniciando na fé e no processo de discipulado para  liderar. 

Frase de Mahatma Gandhi: "Seja a mudança que você deseja ver no mundo". 

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Dc. Arão C Salgado - Pós Graduando em Liderança Cristã

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segunda-feira, 14 de outubro de 2024

PASTORES E LÍDERES: DESÂNIMO, CANSAÇO E SENTIMENTO DE IMPOTÊNCIA.

 

" E Dizei a Arquipo: Atenta para o  ministério que recebeste no Senhor, para que o cumpras" Cl 4:17

    Com um  respeito enorme e uma convivência leal que sempre marcou minha vida com pastores e líderes, permita-me abrir o coração e um convite a uma sincera reflexão do porquê do desânimo, do cansaço e sentimento de impotência por uma nobre causa de lutar pela saúde doutrinária da Igreja.

    Trago como referência a carta de Paulo dirigida a Igreja e ao líder de Colossenses. Nessa carta o enfoque de Paulo combater duramente o sincretismo religioso, as heresias, ascetismo e outras práticas e rituais pagãs infiltradas na Igreja.

     Não está explícito que  Arquipo era o pastor da Igreja. Há algumas menções da sua participação na equipe  de Paulo. É certo tratar-se de um líder proeminente na Igreja em Colossos. A esse líder que Paulo dirige essa palavra: ' atenta para o ministério que recebeste'. Não se sabe, ao acerto, as causas dessa exortação. Pelo tom da carta há evidências que havia muitas demandas e batalhas espirituais na Igreja; ocasionando desânimo, cansaço, e provável isolamento do líder.

      Fazendo uma leitura um tanto superficial, usando a imaginação é compreensível que a luta ministerial de Arquipo causava-lhe cansaço, estresse,  isolamento  e até sentimento de desistir do ministério. É fato, muitos pastores e lideres  vivem o mesmo drama ministerial. Essa carta de Paulo, ela é tão atual, nada difere das lutas das Igrejas do primeiro século.

As Igrejas e os pastores atuais  lutam com outras roupagens de demandas e  desafios, Alguns deles:

1- Secularismo e Relativismo Moral

.  A Igreja contemporânea está enfrentando uma forte influência do secularismo e relativismo moral. As estatísticas apontam um quadro desanimador em relação aos cristãos que creem fielmente na Palavra de Deus. O relativismo moral sugere que a verdade é subjetiva. Quando a ética cristã não é desenvolvida como parte de nossa doutrina, teremos cidadãos cristãos que irão fazer as mesmas práticas imorais dos não crentes. O bastante para tirar o sono de qualquer pastor consciente de sua responsabilidade. 

2- Infiltração  dos Influenciadores das Redes Sociais 

As Igrejas locais no seu formato tradicional já estão sentindo grandes impactos dos influenciadores, que utilizam redes sociais com programações mais atrativas e variadas,  utilizando-se de  horários alternativos. Isso, tira o sono de muitos pastores que vão perdendo ovelhas sentindo incapazes de competir com essas novas tecnologias e concorrências. Há um aspecto positivo. A Covid-19 trouxe grandes mudanças de comportamentos. Não tem como ignorar que a tecnologia chegou para ficar. O que exigirá inovação, investimento  em recursos humanos e em  tecnologia.

3- 'Bornout' Esgotamento Emocional

. A síndrome de Bournout tem  sido um mal avassalador desse tempo moderno. Vem vitimando uma boa parte dos pastores em  atividade. Definido como um estado  de exaustão física, emocional e mental, causado por estresses crônico, por excesso de trabalho. São múltiplas as razões, como: uma agenda intensa pastoral, falta de descanso, uma mentalidade de que a Igreja não funciona sem o pastor, conflitos internos na própria liderança, ambiguidade de funções, críticas contínuas, falta de reconhecimento, problemas pessoais e familiares, dificuldade em delegar, e outros. Essa carga física e emocional se conecta com o espiritual. Somados levam ao desânimo, ao cansaço, ao isolamento.

4- Polarização Política e Religião

. O ser humano é por natureza social e político. Mais nem todos sabem viver uma vida social equilibrada e politizada. Aí entra as disputas internas na Igreja. Em cada pleito eleitoral a polarização tem sido mais acirrada, com os mais escusos argumentos. Quando o pastor toma uma  posição desagrada quem pensa diferente, se omite ele é cobrado. A Igreja não deve fugir dos debates dos valores espirituais e morais que defendemos. O poder de influência da  igreja não está no múmero dos membros que possui, nem da  influente liderança do seu lider, mas sim, no uso correto da  autoridade da Palavra de Deus e na oração. A Igreja não está só ela  conta com a Soberania e a intervenção  de Deus a seu favor. Cabe a liderança espiritual fazer a sua parte, cobrar de seus membros lealdade a Cristo e à Palavra de Deus, quando ocuparem  posições  de proeminências  em qualquer função pública e privada.

5- Conflitos Poder do Evangelho  e Preconceitos Religiosos

. O Evangelho é conflituoso na sua essência, por confrontar o pecado e as práticas pecaminosas.  O Cristianismo não é uma religião que se prende à regras, rituais religiosos, mercado da fé, para alcançar o favor divino. Cristianismo reflete o Evangelho transformador,  que trás de volta a criatura feita a imagem e semelhança de Deus, através da suficiência  do Sacrifício de Jesus Cristo. O Evangelho rompeu com todos os preconceitos religiosos: nivelou, todos, como pecadores; e, nivelou, a todos, ao perdão e reconciliação na Cruz de Cristo. A cruz de Cristo quebrou todo tipo de preconceitos. Permanecer nessa firmeza teológica, o pastor e a Igreja enfrentarão grandes oposições. Essa é a verdadeira causa pelo evangelho: 'Importa obedecer a Deus do que os homens' (Atos 5:29).

6- Pastor, Ministério e  Familia

.  O papel do pastor, sua família e seu ministério estão interligados de maneira profunda; um sustenta o outro, ou um derruba o outro. É fundamental que haja um diálogo franco do pastor com sua Igreja e do pastor com sua família. A agenda do pastor precisará contemplar os dois lados da moeda. Trago o exemplo, extremo, de Jó. Um homem simples que provocou inveja do próprio Satanás. Cuidava  de sua família, exercia piedade em sua comunidade. Teve que enfrentar a fúria de Satanás. Passou pela perda  de toda  família, dos bens e da saúde; foi renegado  pela esposa, mal interpretado pelos seus maiores amigos. Com um olhar crítico da experiência vivida, por Jó, cada pastor, na sua própria luta interna,  tire a melhor lição para a sua vida e seu ministério, se há sinais de cansaço, desânimo e sentimento em desistir: Pondere!  

7-  Igrejas Grandes, Igrejas Pequenas

. Na medida que a Igreja vai crescendo as dificuldades e necessidades vão crescendo no mesmo ritmo. O pastor terá que dividir funções, equipar pessoas  estratégicas, para atender as demandas de cuidados e administração. Desenvolver um programa de uma  eficiente gestão financeira, de ensino doutrinário sólido e edificação do rebanho. Tudo isso, se  não levado a tempo oportuno, acabará atingindo a saúde física, emocional e espiritual do pastor e de sua equipe.

. Por outro lado, uma igreja pequena que não cresce por longo período, pode potencializar níveis elevados de  estresse, cansaço e desânimo ao pastor. Por razões diversas: O pastor se cobra mais; sofre pressão interna para crescimento; há sempre comparações com crescimento de  outras Igrejas. Efeito cascata,  atinge as finanças do pastor, repercutindo na família; um sentimento de desmotivação da Congregação. De onde surgem os sentimentos de fracasso, do próprio chamado, impacto na saúde física, emocional e espiritual.

 Em qualquer circunstância adversa, que o pastor mantenha sua autoestima de pé, tenha plena consciência ministerial  que o valor do ministério não se mede apenas pelo tamanho da Congregação, mas pelo impacto espiritual que ele tem na vida das pessoas que pastoreia. 

Palavra de Encorajamento  

 Amado pastor,  pastora e  lideres!

" Em meio ao desânimo e à fadiga que o amado/a possa estar momentaneamente enfrentando, saiba, que seu trabalho é por demais valioso diante de Deus; o mais importante, Deus acredita e confia em você. Circunstancialmente as suas lutar diárias podem não estar acontecendo os resultados como esperava, mas, nada fugiu da agenda nem  do propósito de Deus. 

. Nos momentos de sobrecarga, avalie-se, o que deixar, o que delegar e o que permanecer. Deus sempre será a força maior compensadora (Isaías 40:31). Se precisar de descanso, renovação, inovação, momentos de reflexão, não postergue, nem procrastine. Use esse seus direito de Mateus 11:28. 

. E, acima de tudo, lembre-se de que a sua identidade não está vinculada a qualquer resultado visível, sobretudo e especialmente, ao seu relacionamento pessoal com Cristo. Quando a agenda for maior que o tempo disponível, então, coloque em sua agenda um tempo maior para  orar e meditar na Palavra de Deus. Surpreenderá como sua agenda suavizará e os resultados serão surpreendentes.

. Continue firme no seu posto, que a paz uma de Cristo, que excede todo entendimento lógico ou racional, guarde seu coração, por inteiro, Àquele que Te dá provisão Te renova a cada dia.

.  No que for possível, conte com um ombro amigo. ( 67 99235-1924)

                 Servo Dc Arão C Salgado


quarta-feira, 18 de setembro de 2024

LIDERANÇA CRISTÃ - INSPIRADA NA VIDA E MINISTÉRIO DE JESUS VI

( VIDA VITORIOSA)

Lição 6:   O Valor da Oração na vida do Lider  ( Mateus 6:9-13)

1. A oração dá musculação  espiritual  ao ministério do Lider

. Começamos com essa frase ‘ Muita oração, muito poder, pouca oração, pouco poder, sem oração, sem poder’. A oração é tão importante na vida do crente que Paulo recomenda ‘orar sem cessar” ( I Ts 5:17). Cada área de ministério é um tipo de musculatura que precisa ser FORTALECIDA com muita oração. Quando se fala em preparar mensagens, estudos doutrinários, visitar doentes, corrigir irmãos em pecado.... muita, muita, muita, oração.

. Alguns exemplos que já conhecemos. Martinho Lutero  venceu grandes batalhas espirituais, de joelhos e em oração. Segundo os registros, o grande estadista japonês, cristão, Toyhico Kagawa, indicado ao prêmio Nobel, foi perguntado a ele:  qual o segredo de fazer tudo bem feito, tantas coisas ao mesmo tempo? Responndeu: ‘ eu passo pelo menos uma hora com o meu Senhor’. Jorge Muller, missionário e avivalista Inglês, leu a Biblia 200 vezes, 50 das quais, de joelhos. Como testemunho de sua fé, dedicação e obediência a Deus  teve mais de 50 mil orações respondidas (relatos).

2. A oração sustenta o Líder nos momentos decisivos do ministério.

. Foi assim com  o próprio Jesus. Antes de iniciar o seu ministéro passou  40 dias por provações, no deserto.  Na reta  final e crucial do seu ministerio, a oração O sustentou no Getsêmani. E assim, aconteceu em todo o seu curto ministério; seu horário  preferido de orar, nas madrugadas  ( Mc 1:35).

3. Jesus ensinou um modelo padrão de oração para os discípulos colocarem em prática. ( Mt.6:9-13; Lc 11:2-4)

. Um dos discípulos, ao término de uma oração de Jesus, pediu-lhe que  ensinassem como orar, faz menção  a João Batista que ensinava os seus discípulos a orar ( Lc 11:2). Jesus atende. Faz um esboço de uma oração, curta e prática,  que poderia ser aplicada tanto  a nivel pessoal  quanto no coletivo, do seguinte modo: 

1- Reconhecimento de Deus como Pai: “Pai nosso, que está nos céus’. Trazendo a transcendência da  Paternidade de Deus para o plano terreno, num relacionamento íntimo e pessoal de cada pessoa.

2- Reconhecimento da Santidade de Deus: “ Santificado seja o teu nome’. A oração é uma expressão de Adoração à reverência da Pessoa de Deus. Um mandamento de ‘Honra’: de reconhecimento da Sua Glória e Majestade.

3- Reconhecimento do Governo de Deus, tanto nos Céus quanto na terra: “Venha o teu Reino”. Desejar e  aceitar o Governo de Deus, no mundo. Governo que abrange  a  própria vida, a familia, os negócios, a Igreja, e todos os sistemas de governo ( sem exceção)  que operam no mundo.

4-  Reconhecer que a Vontade de Deus não deva ser questionada: “ Seja feita a tua vontade, assim na terra como no Céu’. Esse reconhecimento é pessoal e coletivo: exige Suibmissão e Rendição, ao Plano de Deus, para a humanidade. Obediência aos mandamentos de Deus. O Salmos 119, elenca  preceitos imutáveis, de Deus, que não podem ser revogados. Significa: Buscar viver em Santidade; não se conformar com o mundo, mais renovar a mente no padrão divino ( Rom 12:1,2). Lutar pela Justiça e pela Paz no Mundo; exige um esforço pessoal e coletivo, defendendo os valores do Reino de Deus, de justiça, de paz e amor. Discernimento Espiritual; através de incessantes orações, aplicação da Palavra de Deus, vivendo um Evangelho que transforma e gera nova vida, em Cristo.  Esperança no Reino Futuro; Com fé, e pela fé, viver a grande expectativa de Reinar com Cristo.  A Bíblia diz, que: ‘ Haverá Um novo Céu e uma nova terra” ( Ap 21:1-5).  Essa é, de fato:   ‘A Boa, Perfeita e Vontade de Deus”.  

4. Jesus ensina na oração do ‘Pai Nosso’ como agir em  três áreas importantes da vida:  

. Dependência da Provisão Diária:  ‘O pão nosso de cada dia nos dá hoje’. Dependência de Deus como nosso provedor. O ‘pão’ simboliza todas as necessidades básicas da vida; inclui:  o espiritual, familia, social, saúde, profissional, financeiro, intelectual e emocional.... Ter um coração agradecido.

. Perdão, Reconciliação e Graça: “Perdoa-lhes as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” Mt. 6:12. Só é possível, aplicar na vida pessoal e coletiva,  se houver reconhecimento da culpa.  O arrependimento abre a porta  para  perdoar e ser perdoado. Uma ação benéfica da Graça de Deus, que nos alcançou com um perdão impagável. O perdão tem dupla mão, na vertical, com Deus; no  horizontal, com o próximo. Os efeitos são imediatos e  recíprocos, promovendo  cura e  reconciliação.

 Tentação: Vigilância e Dependência Espiritual:  “E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal” Mt. 6:13. Reconhecermos que a tentação está presente nesse mundo dominado por demônios, para isso,  precisa  ter a consciência da Fraqueza Humana. Todos são pecadores e vulneráveis a todo tipo de fraqueza, física, emocional e espiritual. Precisamos estar em constante vigilância, fugir de situações que podem nos atrair à tentação e ao pecado. O mais importante buscar uma vida de santificação, permanecer em Deus e no Seu livramento.

. Avalie e Aplique: Avalie como anda o seu compromisso de oração, o tempo dedicado,  aplicando a sua vida pessoal e de sua equipe?

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 Vamos para a prática:

Qual foi o  aprendizado?

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Que decisão toma?

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Dc. Arão C Salgado

Pós Graduando em Liderança Cristã

Faculdade Internacional Cidade Viva - João Pessoa, PB

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quarta-feira, 11 de setembro de 2024

LIDERANÇA CRISTÃ: INSPIRADA NA VIDA E MINISTÉRIO DE JESUS V


( VULNERABILIDADE DO LÍDER )

LICÃO 5: Liderança Eficaz  começa pelo teste de três grandes  batalhas da própria vida  e como vence-las -  ( Texto: Mateus 4:1-11).

1. A batalha  pela  sobrevivência física e emocional e o Poder da Palavra.

. O Senhor Jesus antes de começar o seu efetivo ministério passou um períodode 40 dias no deserto. Por quê?  E para quê? Jesus passou pelo grande teste físico, emocional para dar início ao mais penoso ministerio. Passou por debilitação física, ao estremo; sem comer e sem beber por 40 dias. O tempo máximo que uma pessoa possa suportar. Emocionalmente vulnerável a todo tipo de ataque e tentação. Como Jesus venceu esse primeiro teste?

. O Poder da Palavra: A única arma de Jesus para se defender era a Palavra. Quando atacado na condição física venceu o inimigo apenas com uma palavra: “ Está escrito: nem só de pão viverá o homem...” (v.4). A ciência humana não explica isso.

2. A batalha da tentação: como lidar com as necessidades físicas e emocionais nos momentos de vulnerabilidade, sem afrontar a autoridade de Deus.

. Jesus viveu a sua humanidade com as mesmas carências de qualquer humano. Teve fome, teve sede e necessidade de relacionamentos. Por 40 dias foi privado dessas três necessidades básicas; potencializou sua vulnerabilidade física e emocional. Em situações assim, os ataques vem em forma de provocação do inimigo, do tipo: “você pode”, “você tem autoridade”, ‘você é um vocacionado”... Os métodos comportamentais humanos estimulam a buscar todos os tipos de recursos.

. O Poder da Palavra: O poder da Palavra não está na posição que ocupa: não cair na armadilha  engenhosa dessa tentação. Aprendemos com Jesus que, ao lançarmos mão do poder para vencer uma batalha, podemos, inadvertidamente, estar  produzindo  efeitos contrarios, se os recursos utilizados representam uma afronta contra a autoridade de Deus: “ Jesus respondeu, também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus”(v.7). Moisés e Arão, mancharam os seus ministerios  pela vulnerabilidade física e emocional, com o episódio conhecido como "tentação em Meribá‘ (Nm 20:1-13).

3. A Batalha do Poder e  da Autorrealização, sem a devida Glória a Deus.

. O grande desafio é vencer a batalha do poder, da ambição e da autorrealização. A armadilha da autorrealização é sentir-se autossuficiente. Quando a glória é para si já fracassou em seus ideais. O crédito vai para a conta de Satanás que,  a exemplo de Adão e Eva, persuadiu a  não precisar depender de Deus.  O poder da autorrealização  não está em dar ordens para Deus, do tipo: exijo isso porque sou filho de Deus, determino  posso todas as coisas, vou conseguir, tenho méritos.... Nenhuma teologia está respaldada em colocar Deus à prova. 

. O Senhor Jesus teve discernimento na provocação, de Satanás, quando  lhe disse: “Eu te darei tudo isso se prostrado, me adorares’ (v.9).  Esaú, exemplo clássico  da autossuficiência.  Desprezou seus direitos hereditários, por achar que não precisava da ajuda do alto. E Jacó?  Se valeu da esperteza e  se aproveitou da fraqueza do seu irmão. O poder tanto promove quanto derruba. Valores espirituais  comprometidos com o mundo enfraquece a autoridade no Reino de Deus.

O Poder da Palavra: No sentido bíblico o poder da Palavra não busca benefícios para si mesmo, mas para glória de Deus. O Senhor Jesus usou da autoridade da Palavra para repreender as pretensões, de Satanás, para adorá-lo: “ Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele darás culto” (v. 10).

4. Lider eficaz vence os testes das  três batalhas,  praticando:
 
1. Reconhecendo sua total dependencia de Deus.

. Provérbios 3:5-6, nos adverte que devemos confiar no Senhor de todo nosso coração e não apoiar em nosso próprio entendimento. Tiago 4:1:17, declara que “ toda boa dádiva vem Deus”.

2. Cultivar a humildade.

 O Apóstolo Paulo considerou tudo que havia conquistado como perda por amor a Cristo. Faz menção que Cristo esvaziou-se de sua glória para se tornar um de nós ( Fp. 3:7; 2:5-8). A humildade gera honra. 

3. Servir aos outros.

. Servir é a maneira mais eficaz de vencer a tentação da busca da  autorrealização. O Senhor  Jesus dá o seu próprio exemplo, instrui os discipulos: “Aquele que quiser ser o maior no Reino de Deus deve ser servo de todos” Mc 10:43-45.

4. Em tudo dar glória a Deus.

. O objetivo maior de cada servo do Senhor é glorificar a Deus em tudo; reconhecer que  todos os  méritos é para Jesus, autor e consumador da nossa fé. Manter essa disposição, de dar glórias a Deus, em tudo, requer priorizar  ‘ o Reino de Deus e a sua justiça’. ( Mt. 6:33)

Refletindo sobre o Poder e o uso adequado da Palavra:  Quais pontos dessa lição precisa ser reavaliado? Eleja uma área de  batalha mais forte na sua vida?

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 Vamos para a prática:

Qual foi o  aprendizado?

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Que decisão toma?

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Dc. Arão C Salgado

Pós Graduando em Liderança Cristã

Faculdade Internacional Cidade Viva - João Pessoa, PB.

sábado, 7 de setembro de 2024

LIDERANÇA CRISTÃ: INSPIRADA NA VIDA E MINISTÉRIO DE JESUS IV


( LIDERANÇA MULTIPLICADORA)

Lição 4: Liderança qualificada busca sabedoria para saber o tempo da poda e da limpeza.

1. O líder eficaz se qualifica para aplicar a parte mais complexa de uma liderança, o princípio da poda e da limpeza; se aplica em todos os níveis de uma Organização. Esse é o princípio divino: “ Todo ramo que está em mim e não dá fruto, ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto. Vós já está limpo pela palavra que eu vos tenho falado’. Jo 16:2,3.

. Para os viticultores a poda e a limpeza faz parte do processo de produção das vinhas. O viticultor sabe que um ramo seco não irá produzir, então corta. O ramo bom, apenas limpa e produzirá mais. O princípio da poda e da limpeza, se bem aplicado a nível de uma organização, de uma equipe, o resultado será tão safisfatório quanto os obtidos pelos viticultores.

. Tanto a poda quanto a limpeza faz bem para saúde de uma equipe, de uma Organização. Espiritualmente faz todo sentido ainda, exemplo: cortar influências ou comportamentos que não condizem com a qualidade do fruto do Espírito; a poda se faz necessário quando um líder de forma proposital gera conflitos na equipe, declaradamente não veste a visão do seu lider maior.

. Corrigir um comportamento inadequado, disciplinar uma prática de pecado, remover obstáculos administrativos e até tradições infrutíferas, são exemplos que podem estar alistados no ensino de Jesus, em João cap 15.

. Qual a sua análise desse princípio de Jesus de João 15? Como você tem aplicado na sua liderança?

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2. Liderança eficaz se qualifica para liderar uma equipe realizadora “ Eu vos tenho dito essas coisas para que a minha alegria permaneça em vós, e a vossa alegria seja plena” Jo 15:11. Aqui está um princípio de uma liderança qualificada: exercício da autoridade.

Autoridade que não seja autoritária que transmite empatia, contagia com alegria. Uma equipe que trabalha em contentamento gera bons frutos, e muitos frutos. O médico não é odiado por extrair elementos estranhos que impede uma pessoa produzir e ter uma vida saudável. Nesse sentido a poda torna uma equipe feliz e realizadora.

. Uma equipe realizadora é sempre comandada por um lider com uma atitude vencedora. Dos doze espias escolhidos para trazer um relatório da terra de Canaã, apenas Josué e Calebe passaram no teste. A decisão desses dois fez toda diferença na conquista da terra, mesmo que essa conquista seja de longo prazo. Uma equipe realizadora nunca terá uma mentalidade saudosista, não vive com o coração em experiências do passado.

. Ao passar por uma situação que não vê saída, siga o exemplo de Moises e Arão (Números 14:5-12). Diante do relatório dos espias o povo se rebelou fez pressão para voltar ao Egito. Moises e Arão se quebrantaram diante de Deus. O quebrantamento diante de Deus é a atitude dos vencedores. O Líder precisa aprender a voltar-se primeiro a Deus antes de tomar qualquer decisão extremas. Os reclamadores, os murmuradores, os vitimizadores, só terão vozes se o lider não permenecer firme  com uma postura de um vencedor.

. Pausa para refletir: Compartilhe uma experiência em que você defendeu uma posição correta diante de posições contrárias?

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3. Liderança qualificada pratica a poda mais importante, o perdão. “Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” Lucas 23:24.

. A vida de Jesus foi macada em perdoar e aceitar as pessoas como elas eram. Na parábola do servo impiedoso ( Mt. 18:21-35), há uma lição prática para o exercício do perdão e as consequencias de não perdoar. Jesus perdoou e aceitou de volta os Apóstolos que o abandonaram na cruz. Perdoou os agozes que o crucificaram.

. É crucial para um lider ser compassivo, empático e compreensivo diante das fragilidades humanas. O perdão reconstrói e fortalece relacionamentos. O lider que perdoa demonstra resiliência emocional e uma real demonstração de amor pelo próximo. O perdão revela o grau de maturidade de um lider.

. Pense sobre você: Você considera o perdão como sendo a poda mais importante de sua liderança. Já praticou esse tipo de poda? (comente...)

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Vamos para a prática: Qual foi o aprendizado?

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Que decisão toma?

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Dc. Arão C Salgado

Pós Graduando em Liderança Cristã

Faculdade Inte4rnacional Cidade Viva, João Pessoa - PB 

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

LIDERANÇA CRISTÃ - INSPIRADA NA VIDA E MINISTÉRIO DE JESUS (II)


( ENSINO E PRÁTICA)

Lição 2: A liderança de Jesus diante de oposições, perdas, rejeição e tormentas.

1. Ataques e incompreensões até da própria familia.

“ Quando os seus familiares ouviram falar disso, saíram para trazê-lo à força, pois diziam: “Ele está fora de si” Mc 3.21

Ataques e oposição de inimigos é esperado, o que não se espera são ataques e incompreensões da própria familia. Quando a própria família  não acredita e não apoia o ministério a dor é mais intensa e profunda. Como Jesus resolveu isso? Permaneceu firme no seu chamado e missão. Não desprezou a familia, no entanto não negociou o seu ministério.

Jesus sofreu oposição severa o tempo todo dos principais membros da sinagoga Judaica. Foram ao extremo dizendo que Jesus estava possuído pelo chefe dos demômios (Mc 3.22).

. Você já passou por algum tipo de ataques e incompreensão de membros da familia e de líderes de sua equipe? O que  causou de prejuízo para o seu ministério? (Comente....)

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2. A Liderança de Jesus Incluía ensinos práticos que o Reino de Deus não se colhe na mesma proporção, sempre haverá perdas.

“ Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho....outra ainda caiu em boa terra” Mc.4.4-8.

A parábola da semeadura é um  dos ensinos que mais se aplica em vários aspectos  da vida. Os quatro tipos de solos está claro que nem tudo que for semeado terá retorno desejado, nem tudo terá a mesma proporção de colheita. No processo da semeadura na vida de um lider sempre correrá o risco de não obter o resultado que esperava. Jesus semeou na vida  Judas a mesma semente que semeou nos outros onze apostolos, não vingou.

. Você já teve alguma experiência no seu ministerio de semear e não ter o retorno que esperava? ( compartilhe.....)

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2.1  A Liderança de Jesus passou  por rejeição na sua própria terra.

“  Então Jesus lhes disse: ‘Somente em sua terra, entre seus parentes e em sua própria casa é que um profeta não é honrado” Mc 6.4.

Nesse episódio Jesus dá uma grande lição de liderança. Não se sentiu humilhado, ao contrario foi a sinagoga de Nazaré abriu em Isaías 61:1-3  e se declarou que, Ele, era o cumprimento dessa profefecia de Isaías. Jesus apresentou o seu melhor  diante do pior. Davi quando teve que enfrentar a fúria e a rejeição do rei Saul sempre dava o seu melhor para o rei.

. A vsião de  ministério de Jesus não se restringia em Nazaré. O que fez? Deixou sua terra natal e desenvolveu um ministério intinerante passando por Nazaré, Judeia, Samaria, Decápolis e tantas outras regiões.   

. Você já passou por uma experiência de rejeição no seu ministério local? Considerou o fato de transferir para outro lugar? ( Comente.....)

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3. A Liderança de Jesus acalmava os corações de seus liderados na tempestade.

“ Então perguntou aos seus discípulos: ‘Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não tem fé?” Mc 4.40.

A tranquilidade do lider trás segurança a equique. Manter a calma quando o incêndio está em grandes proporções não significa ser omisso, indiferente ou irrealista. A questão está  no uso da autoridade ou tomado pelo medo. Em todas as circunstâncias Jesus alertou aos seus  discipulos que a presença do medo sinalizava ausência de fé. Uma liderança insegura, de incerteza, só potencializa a tempestade. São nas crises que o lider  revela  suas habilidades de liderança. A diferença que determinou o embate  entre Davi e o seu filho absalão, prevaleceu a liderança madura, consistente  e sábia do pai.

. Para refletir: Você ja passou por alguma experiência em que o seu lider não transmitiu confiança gerando pânico e medo? Como Lider como tem lidado em situiações de tempestade com sua equipe?

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 Vamos para a prática:

Qual foi o  aprendizado?

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Que decisão toma?

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Dc Arão Coeho Salgado

Pós Graduando em Liderança Cristã

Faculdade Internacional Cidade Viva -  João Pessoa-PB.

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

LIDERANÇA CRISTÃ - INSPIRADA NA VIDA E MINISTÉRIO DE JESUS (1)

 ( Liderança centralizadora)

Lição 1: Método de Jesus na composição de sua equipe

" E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também lensinarem os outros" 2 Tm 2:2 

Essa instrução de Paulo ao jovem pastor Timóteo  precisa ser valorizada nos dias de hoje. A fidelidade do que se aprende e ensina tem deixado muito a desejar dando lugar a uma enxurrada de interpretações levianas  sobre temas tão relevantes, liderança cristã um desses.

Antes de entrar no mérlto do método de Jesus na composição de sua equipe, necessário que o lider tenha sua própria experiência de chamado. O Senhor Jesus logo após o seu batismo recebeu a confirmação do seu chamado. Uma voz ecoou, dos Cëus, dizendo: “Tu és o meu Filho amadol, em ti me agrado’  ( Marcos 1:11). Como seu deu a sua experiência de chamado?

Quando se trata de um chamado da parte de Deus é importante ressaltar que esse chamado abrange a todos os salvos em Cristo e em todas as áreas de nossas vidas. Precisamos romper qualquer argumento que separa o secular do religioso. Vivi essa dicotomia por muito tempo.

1. Níveis de Liderança:

1.1 Liderança do principal  Status  do ministério de Jesus.

“ Escolheu doze, designando-os apóstolos, para que estivessem com ele, os enviasse a pregar e tivessem autoridade para expulsar demômios” ( Mc 3:14,15.

. Olhando para a prática de Jesus ao escolher os seus discípulos, como aplicar no seu minstério ou liderança essas quatro ações ( Escolher - Designar - Enviar - Autoridade): 

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1.2 O Líder determina o que  seu liderado executurá na sua equipe.

 “E disse Jesus: ‘Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens’.” Mc 1:17

. As demandas de uma Igreja, de uma organização, são das mais diversas desde as mais simples as mais complexas. Os quatro primeiros Apóstolos chamados por Jesus, foram Pedro, André, Tiago e João. Uma escolha estratégica. Os quatro iriam formar a base do ministério da Igreja. Jesus precisava contar com a liderança firme, enérgica de Pedro. Precisava contar com um evangelista nato, agregador, um apoiador, como a de André. Precisava contar com João, voltado aos relacionamentos e a  prática do amor sacrificial, um eficaz doutrinador e na revelação das coisas futuras. A participação do apóstolo  Tiago foi muito importante, embora tivesse interrompido prematuramente  sua vida, sendo o primeiro apóstolo a ser morto por ordem de Herodes. Entra em cena outro Tiago, meio  irmão de Jesus. que teve uma participação importante na conexão  entre gentios e judeus (Atos 12 e 13), Autor da  espístola de Tiago.  

. Pessoas-chave precisam ser escolhidas com critérios, cabe ao lider sênior a responsabilidade de assumir esse papel, podendo contar com recursos disponiveis, com pessoas  experientes  e com conselheiros em quem pode confiar.  

. Faça uma análise da sua equipe-chave o que precisa ser melhorado, remodelado ou  uma decisão mais firme de substituição:

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1.3 O Lider cuida de sua equipe-chave e de sua família

“Então ele se aproximou dela, tomou-a pela mão e ajudou-a a levantar-se. A febre a deixou , e ela começou a serevi-los” Mc 1:31.

. Um membro da equipe bem assistido o nivel de rendimento e de satisfação é comprovadamente melhor. Essa prática de Jesus precisa ser bem equalizada com os métodos modernos de operar o  ministério com os recursos das mídias sociais. Há situações que só se resolve com a presença do lider. Jesus foi pessoalmente à casa de Pedro, pegou pela mão da enferma (sogra de Pedro) e ela foi curada. Não terceirizou, não delegou a sua missão de cuidar do membro de sua equipe. Outra prática que Jesus ensina é colocar o lider da sua equipe em posição estratégica, eventualmente, esteja pronto para assumir o seu lugar,  a exemplo de Pedro.

. Compartilhe uma experiência em que você foi cuidado pelo seu lider quando passou por uma luta pessoal ou familiar:

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. Compartilhe uma experiência de uma ação de cuidado a um membro da sua equipe-chave ou de seu familiar:

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Vamos para a prática:

Qual foi o  aprendizado?

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Que decisão toma?

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Dc Arão Coelho Salgado

Pós Graduando em Liderança Cristã

Faculdade Internacional Cidade VIva - João Pessoa, PB.