quinta-feira, 12 de julho de 2012

"GERAÇÃO N " - QUE TIPO DE GERAÇÃO ESTAMOS PREPARANDO PARA A VIDA?



"MAS VALE O BOM NOME DO QUE AS MUITAS RIQUEZAS, E O SER ESTIMADO É MELHOR DO QUE A PRATA E O OURO"
( PROVÉRBIOS 22:1)

Vivemos em um mundo  que é 100%  globalizado.  As facilidades de intercâmbios culturais, de  turismos e as redes sociais,  fica até impossível não  sermos  influenciados  por outras culturas do mundo.
Pesquisa americana aponta em um recente artigo publicado  no Huffington Post,  o surgimento do que  chamou  de "geração N",  formada por jovens narcisistas. Para o articulista, os pais norte-americanos, atormentados pela culpa por trabalhar muito ou por optar pelo divórcio, estão criando filhos sem limite algum.  Esses pais,  inseguros, temem que os filhos não gostem deles e cedem a tudo que querem.
O resultado, é o surgimento de  uma geração que se sente no direito de querer tudo  sem o dever de fazer nada.  A pesquisa  conclui que o narcisismo dos jovens norte-americanos cresceu nos últimos 15 anos - e que os Estados Unidos podem passar por problemas sociais quando estes jovens chegarem à idade adulta e assumirem cargos no Poder.
O estudo, que envolveu dezenas de milhares de jovens universitários, detectou traços de "auto-respeito exagerado" e de um "infundado senso de merecimento".
Especialistas em educação afirmam  que esse fenômeno já é comum no Brasil. O cenário é o mesmo dos norte-americanos,  pais  atormentados pela culpa por trabalhar muito, por optar pelo divórcio ou afundados no próprio narcisismo,  estão criando filhos sem limite algum.
 Sem parâmetros claros, as crianças crescem sem valores definidos. Não são ensinados a  respeitarem seus pais, pois nunca ouvem deles uma repreensão simples como "enquanto uma pessoa fala, a outra escuta". A falta de ensino e correção tem refletido negativamente  na relação aluno e escola, nos encontros  sociais  e nas relações interpessoais.  Os sintomas já são visíveis.
O psicólogo, Caio Feijó, autor de "Pais Competentes, Filhos Brilhantes" (editora Novo Século), ressalta a importância do papel de pais e mães nas expectativas e na auto imagem da criança - e alerta que esse poder é limitado pelo tempo. "Os pais só têm uma influência grande sobre os filhos até antes da puberdade, por volta dos 10 ou 11 anos. Depois disso, vem o resultado". "Dependendo de como os pais conduzem essa influência, eles criarão expectativas nos filhos sobre o que eles podem ou não alcançar".
Continua o psicólogo:  “ E o estímulo em excesso pode prejudicar tanto quanto chamar seu filho de "burro" ou de "inútil", especialmente quando este estímulo indica uma projeção - por exemplo, aquele pai que é dentista e sempre comenta que o filho "vai ser um dentista genial, igual ao papai", ou aquela mãe que sempre quis ser bailarina, mas não pôde estudar quando pequena, então matricula a filha em aulas diárias da dança, ainda que a menina não mostre o menor talento ou interesse pelas sapatilhas. " A super proteção traz consequências tão graves quanto o abandono",  finaliza.
Características da "Geração N":
- Não têm noção de limite
- Acham que são merecedores de tudo
- Não sabem se esforçar para conseguir algo
- Não sabem como agir em situações adversas
- São criados por pais narcisistas, que competem entre si
- Não respeitam os outros
Somos um país predominantemente  jovem. Como pais cristãos, temos o compromisso com Deus e com a sociedade, de formar uma " Geração S"-  Geração SAUDÁVEL;  que serve,  que se doa, que compartilha e participa. Que tem muito mais  a dar do que a receber.

Reflita sobre isso. Vamos lutar para formar uma  "Geração S". Jovens que tem uma missão de vida e um destino a cumprir. Amem!

Por amor a Cristo!