domingo, 27 de janeiro de 2013

QUAIS SERIAM OS CRITÉRIOS PARA SELECIONAR EXECUTIVOS PARA DEUS?





“... e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes” 
( 1Cor 1:27 b.)




Ser um executivo de uma multinacional  é o sonho de muitos jovens.  Como você reagiria a um anúncio, desse tipo:  Edital  para  preencher vagas para executivos de grandes empresas. Perfil dos candidatos:  desnecessária qualificação profissional, não precisa ter experiência”. Certamente você não daria atenção a esse de tipo de anúncio.

Não  surpreenda se houvesse um edital convocando executivos para Deus, o perfil dos candidatos seria mais ou menos,  nestes termos:  os candidatos necessariamente não precisam ser intelectuais, com experiências,  podem ser pessoas rudes, desprezíveis,  segundo os  padrões do mundo. O Senhor Jesus seguiu esse critério para escolher os seus doze apóstolos.

Se você deseja ser um executivo de Deus, selecionamos  algumas dicas ouvindo   de quem foi um dos maiores executivos de Deus, o apóstolo Paulo:

1-    Os critério seletivos  de Deus não prioriza força nem conhecimento humano.

“.... Mas Deus escolheu  as coisas loucas deste mundo para confundir  sábias, e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes”  ( 1Cor 1:27)
 
O Apóstolo Paulo é a nossa referência como um dos mais qualificados executivos de Deus.  Ao passar pelo processo seletivo, sua  primeira atitude abrir mão de todo o seu  fabuloso “curriculum vitae’.  Considerou-o  como esterco,  sem  nenhum valor para suas novas funções de executivo do Reino de Deus. 

No pleno exercício de sua nova função,  ao recrutar  novos executivos para Deus,   sua única exigência:   nenhum tipo de conhecimento humano  pode substituir ou ultrapassar a Obra de Cristo na Cruz.

2-    Deus aperfeiçoa o seu poder e derrama da sua Graça  no que o mundo considera descartável, improdutível.

“... E disse-me: a minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade,  pois, me gloriarei nas minhas fraquezas , para que em mim habite o poder de Cristo”

Como executivo do Reino de Deus, Paulo entendeu que Deus havia disponibilizado a ele,  um Poder que o mundo não teria para oferecer-lhe;  e,  uma graça,  que é superior a qualquer manifestação de fraqueza, de injúrias, perseguições, angústias que teria que passar.

Ao vivenciar este Poder e esta Graça,  Paulo passa a experimentar esse  novo modelo de vida:  “ quando estou fraco, então é que sou forte”.   Um derramar tão abundante da graça de Deus,  superior a  todo sofrimento, injúrias, fraqueza física, perseguição, somados juntos.  Para Paulo, esse tipo de sofrimento, por amor a Cristo, era prazeroso “ pelo que sinto prazer nas  fraquezas”  (v.10).

3-    Os executivos de Deus regozijam-se quando se sentem fracos, pelo fato, de terem doados suas vidas para que outros fossem aperfeiçoados.

“... Por que nos regozijamos de estar fracos, quando vós estais fortes; e o desejamos é a vossa perfeição”.

Paulo se colocava na posição de pai espiritual dos crentes de Corintos. Esta deve ser a tarefa dos pais, responsáveis:  lutar com todas as forças, se preciso,  ir ao sacrifício; para que seus  filhos cresçam e se aperfeiçoem.

Para você pensar:

Diante de uma escolha: qual carreira de executivo você escolheria? Do mundo ou de Deus? Você seria capaz, a exemplo de Paulo, renunciar tudo se preciso for, para aceitar o desafio de ser um executivo de Deus?

Só terá sentido,  na vida do crente,  a expressão:  “ pelo que sinto prazer na fraqueza”, quando esta debilidade é resultado de uma entrega submissa ao Senhorio de Jesus e dedicação na sua Obra.  Não resultado de  obras infrutíferas da carne.

Só terá sentido, na vida do crente,  a expressão:  “ quando estou fraco, então é que estou forte”,  quando esta fraqueza  for resultado do sofrer pela Causa do Evangelho.  Não resultado de fraqueza de caráter e de uma fé descomprometida com Deus.

Por amor a Cristo!