quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O CUSTO DO DESCOMPROMISSO!


“... Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?
( Lucas 14:28 )

Vamos começar esta reflexão fazendo a seguinte pergunta:  Você é daqueles que antes de assumir compromissos importantes, primeiro calcula o seu  custo? Se a resposta for sim, parabéns!  Infelizmente essa não e a resposta de muita gente.

A quebra de compromissos vem tornando um comportamento  cultural.  Nem mesmo documentos oficiais tem freado esse tipo de comportamento.  Já se criou uma cultura  mentalmente, com  expectativa negativa: “ Vou tentar, se não der certo desisto”.  Não pagar as contas, em dia,   a  entender que a pessoa está comunicando  uma mensagem que é muito esperta. Isso não  é esperteza, é  desvio de caráter.

O custo do descompromisso!
1. Estamos colhendo uma geração descompromissada consigo mesma.  Descompromissada com os valores éticos e morais. Uma geração que não foi ensinada a ter limites. Por consequência defende a libertinagem porque é mais conveniente. Não estamos generalizando, temos muito trigo em meio a esse joio. Você está entendendo o que queremos transmitir?

2. Estamos preparando uma geração de prematuros.    
Uma criança com menos de cinco anos já está fazendo coisas de uma criança de dez anos. Uma criança de 10 anos está fazendo coisas de um adolescente de 16 anos. Um adolescente de 16 anos  está fazendo coisas de um jovem de 22 anos.  E  uma grande parte dos jovens de 30 anos não estão preparados para enfrentar a idade adulta. Não estão plenamente maduros para enfrentar a vida.

Prematuramente  as crianças tem passado para as fases seguintes sem completar o seu ciclo físico , emocional e mental.  É uma constatação.
Temos trabalhado com jovens, muitos graduados em faculdades, mas vazios de si mesmos, imaturos e temerosos para enfrentar a vida.  Não possuem a sua  Identidade definida.  Muitos se encontram abaixo da média. Agora está surgindo a turma do " Rolezinho".  Você conhecia esse nome dias atrás?

3. Estamos quase perdendo a batalha para os descompromissados com a família.
É um grande fato. Até mesmo as instituições defensoras dos direitos e da ordem, tem sido invadida por descompromissados com os valores da família, da ética e da moral.  A libertinagem está invadindo as instituições.

São os mascarados  que não usam máscaras, mas pelo padrão  familiar, moral e  ético que vivem, passam a mensagem que não tem compromisso com a família. Não transmitem confiança no que fazem.

 As instituições que cuidam do currículo educacional e cultural, estão contribuindo para esse processo de prematuridade das crianças. A política educacional tem pressa em colocar o jovem no mercado de trabalho. Quanto menor o  tempo  que ficar na escola, menor custo terá. É a mensagem que passa para a sociedade.

4. A instituição chamada Igreja tem perdido a sua essência. 
Lideres religiosos defendendo relação sexual antes do casamento.  Aceitando o divórcio com muita naturalidade. Na prática, são pouquíssimas as Igrejas que não tem defendido o casamento como uma aliança irrevogável. Os jovens não estão sendo preparados para isso de forma adequada.

5. Os pais tem perdido a batalha espiritual dos filhos para o mundo.
Nós os pais não somos responsáveis pela salvação de nossos filhos. A nossa responsabilidade é ensinar os filhos ao  temor do Senhor, consagrá-los a Deus,  levá-los à Igreja e viver um bom testemunho de vida.   A decisão é deles.  Muitos de nós temos negligenciado esse papel; por isso, temos perdido a batalha para o mundo.
Toda essa abordagem nos remete a pergunta: Qual é o custo do descompromisso?  Ao mesmo tempo que somos cidadãos, também  somos pais, igreja, sociedade, estamos envolvidos em todas as esferas institucionais,  fazemos parte de organizações não  governamentais, etc..  
Por quê estamos vivendo esse caos? Duas causas importantes:
1-    Por fazer as coisas sem  levar em conta o  custo do compromisso.
Isso é insensatez, uma grande irresponsabilidade.  Resultado vergonha e descrédito. Um modelo que está enraizado em nossa cultura.
2-    Por falta de temor a Deus.
Quando a falta de temor a Deus não existe mais, o caos está instalado.  Só há uma solução:    humilhar, orar, buscar a Deus, se converter...”  ( II Crônicas 7:14). Não se trata de um ação isolada. É coletiva, envolve instituições de toda ordem, a Igreja a principal.

Oração e Súplica:
“ Pai, diante de um mundo descompromissado com os  valores eternos,  e de uma Igreja passiva que faz vistas grossas  a muitas práticas  de  pecados, como o divórcio, divisões;  intercedemos, Pai, para que, teu Espírito Santo,  derrame uma unção de quebrantamento, de confissão e de arrependimento. Precisamos, do Teu perdão, e da Tua cura. Em nome de Jesus” Amem.

Por amor a Cristo!