quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

CHECK-UP DA ALMA

 

Desfrute  da  Compaixão de Deus.

" Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" Rm 12:1

Consciência...

Desfrutar da compaixão de Deus começa com consciência espiritual. Romanos 12:1 não apela à culpa, nem ao medo, mas às misericórdias de Deus. Antes de qualquer exigência, há uma revelação: fomos alcançados por uma compaixão que não merecíamos. Ter consciência disso nos livra de uma fé legalista e também de uma graça barata. A compaixão divina não ignora o pecado, mas chama à transformação.

A nível da consciência: tenho áreas da minha vida que precisam ajustes, entender a minha identidade e o verdadeiro propósito de minha vida?... 

Necessidades...

A alma precisa ser constantemente lembrada dessa compaixão, porque facilmente nos esquecemos de quem somos sem ela. Sem essa lembrança, ou nos tornamos religiosos duros, ou permissivos espirituais. A compaixão de Deus é necessária para alinhar nosso coração. Não é anestesia espiritual, é tratamento profundo.

Entendendo a minha necessidade: qual a minha necessidade hoje? Preciso de  cura, perdoar,  Desenvolver minha Identidade em Cristo?

Mudanças...

Quando a compaixão é verdadeiramente desfrutada, ela gera resposta. Paulo diz: 'apresentem o corpo'. Isso aponta para mudança prática, visível e intencional. A compaixão de Deus não nos mantém no mesmo lugar; ela nos move a uma vida consagrada, coerente e responsável. Onde a compaixão é real, há transformação de atitudes, prioridades e escolhas. A compaixão divina não ignora a realidade, ela a transforma. 

Preciso de  mudanças: Em que área da minha vida  estou resistindo a compaixão de Deus? Anote: comece hoje.

Para hoje...

Hoje, desfrutar da compaixão de Deus significa viver o culto no cotidiano. Não apenas no templo, mas nas decisões, palavras e posturas. É responder à graça com obediência consciente. A pergunta não é 'até onde Deus me permite ir?', mas 'como posso agradar Àquele que foi tão compassivo comigo?'  

Preciso praticar: reconheço que  há áreas que precisam do toque da compaixão de Deus: emoções feridas, expectativas frustradas, pecados não confessados, estender as mãos a uma pessoa... Escreva (...) -  comece a praticar.

Eu e o Outro...

A compaixão recebida nunca termina em nós. Quem desfruta da compaixão de Deus aprende a olhar o outro com misericórdia, sem relativizar a verdade. Não justificamos o erro, mas estendemos  a mão  no cuidado. Não condenamos, mas também não normalizamos o pecado. Assim como Deus fez conosco: compaixão que restaura e chama à mudança.

 Não seja um expectador, seja um comunicador de transformação. Amém!

Arão e Elzi Salgado 

 



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