Recompensas… que não garantem o favor divino
“Guardai-vos de fazer a vossa justiça diante dos homens, para serdes vistos por eles; do contrário, não tereis galardão junto de vosso Pai que está nos céus.” Mt 6:1
O alerta de Jesus sobre o favor divino...
Em Mateus 6, Jesus nos confronta com uma verdade desconfortável: é possível viver uma vida espiritual ativa… e ainda assim não ter o favor divino em tudo o que se espera. Jesus repete sete vezes a busca por recompensa, mostrando que: Nem toda recompensa tem valor eterno. Nem todo reconhecimento é aprovação divina.
No texto de Mateus Jesus deixa claro, nem toda recompensa que você recebe… Deus reconhece. Coisas do tipo " Fazer para ser visto. Viver para agradar pessoas. Buscar validação externa. “Já receberam a recompensa”. A aparência sustenta a imagem por um tempo… mas não sustenta o favor divino.
2. Consciência: Podemos nos encaixar em sete níveis de recompensa
Recompensa dos homens > imediata e passageira. Recompensa de Deus > eterna e espiritual. Quem se satisfaz com o aplauso dos homens… perde o aplauso do céu. É sugerido que você leia todo o capitulo 6 de Mateus - ( anote as sete recompensas) - faça o seu próprio check-up.
Necessidade: Alinhar a motivação do coração
Aqui está o ponto central: Deus não avalia apenas o que fazemos… mas por que fazemos. Necessidades espirituais: Purificar intenções. Ajustar o coração. Servir com sinceridade. Diagnóstico: Sem alinhamento interno, toda prática externa perde valor eterno. Essa frase é forte, necessária: A motivação errada transforma obra espiritual… em investimento perdido.
Mudanças: Do visível para o secreto.
Jesus apresenta o caminho da transformação: “Teu Pai, que vê em secreto…” Mudanças necessárias: Do público > para o secreto. Da aparência > para a essência. Da aprovação humana > para o favor divino. Aplique a sua vida: Faça sem alardes. Serva sem a necessidade de ser visto. Permaneça no posto sem esperar reconhecimento. Para pensar: O que é feito para aparecer termina rápido… o que é feito para Deus permanece.
Eu e o Outro: Quem é o centro?
Esse é o confronto final: Eu estou no centro? Ou Deus está no centro? Dois focos: Eu > Quero ser visto > Quero reconhecimento > Quero retorno. O outro ( Deus e pessoas) > Quero servir > Quero obedecer > Quero honrar. Quando o “eu” ocupa o centro… Deus sai do propósito. Quando o “eu” aparece demais… Deus desaparece da motivação.
O alerta de Mateus 6: Você pode até receber algo nesta terra… e ainda assim não ter nada do favor divino.
Arão e Elzi Salgado

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